Top dos cursos com mais desemprego:
1- Serviço Social, Instituto Superior Miguel Torga, 212 desempregados
2- Psicologia Aplicada, Instituto Superior de Psicologia Aplicada, 204 desempregados
3- Direito, Universidade de Coimbra, 189 desempregados
4- Economia, Universidade do Porto, 187 desempregados
5- Psicologia, Universidade Lusófona, 185 desempregados
6- Serviço Social, Instituto Superior de Serviço Social do Porto, 160 desempregados
7- Direito, Universidade de Lisboa, 153 desempregados
8- Psicologia, Instituto Superior da Maia, 152 desempregados
9- Psicologia, Universidade Lusíada, 148 desempregados
10- Relações Públicas e Publicidade, Instituto Superior de Novas Profissões, 137 desempregados
Top dos cursos com mais desemprego por área:
Formação de professores/formadores e ciências da educação
Educação de Infância, Escola Superior de Educação Jean Piaget, 94 desempregados
Artes
Design, Escola Superior de Artes e Design, 106 desempregados
Humanidades
Filosofia, Universidade do Porto, 71 desempregados
Ciências sociais e do comportamento
Psicologia Aplicada, Instituto Superior de Psicologia Aplicada, 204 desempregados
Informação e jornalismo
Ciências da Comunicação, Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões, 93 desempregados
Ciências empresariais
Relações Públicas e Publicidade, Instituto Superior de Novas Profissões, 137 desempregados
Direito
Direito, Universidade de Coimbra, 189 desempregados
Ciências da vida
Microbiologia, Universidade Católica Portuguesa, 48 desempregados
Ciências físicas
Geografia, Universidade do Porto, 61 desempregados
Matemática e estatística
Matemática, Universidade de Coimbra, 26 desempregados
Informática
Informática de Gestão, Universidade do Minho, 19 desempregados
Engenharia e técnicas afins
Engenharia Mecânica, Universidade Técnica de Lisboa, 90 desempregados
Indústrias transformadoras
Engenharia Têxtil, Universidade do Minho, 50 desempregados
Arquitectura e construção
Arquitectura, Universidade Lusíada, 114 desempregados
Agricultura, silvicultura e pescas
Engenharia Agronómica, Universidade Técnica de Lisboa, 54 desempregados
Ciências veterinárias
Medicina Veterinária, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, 31 desempregados
Saúde
Enfermagem, Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, 89 desempregados
Serviços sociais
Serviço Social, Instituto Superior Miguel Torga, 212 desempregados
Serviços pessoais
Turismo, Universidade do Algarve, 43 desempregados
Serviços de transporte
Transportes, Instituto Superior de Transportes, 4 desempregados
Serviços de segurança
Protecção Civil, Instituto Politécnico de Beja, 14 desempregados
Protecção do ambiente
Engenharia do Ambiente, Universidade de Aveiro, 43 desempregados
Eu não inventei estes números, simplesmente fiz um resumo de um relatório do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Poderão obter mais informações em:
http://www.gpeari.mctes.pt/?idc=172&idt=237
Se o próprio Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior conclui que há cursos sem qualquer empregabilidade nas universidades públicas, porque é que continua a financiar estes cursos? Quantos mais jovens terão de ser enganados? Até quando se vai continuar a desperdiçar dinheiro dos impostos pagos por todos nós?
Os únicos beneficiários desta situação são os professores desses cursos, que assim mantém assim o seu tacho.
1- Serviço Social, Instituto Superior Miguel Torga, 212 desempregados
2- Psicologia Aplicada, Instituto Superior de Psicologia Aplicada, 204 desempregados
3- Direito, Universidade de Coimbra, 189 desempregados
4- Economia, Universidade do Porto, 187 desempregados
5- Psicologia, Universidade Lusófona, 185 desempregados
6- Serviço Social, Instituto Superior de Serviço Social do Porto, 160 desempregados
7- Direito, Universidade de Lisboa, 153 desempregados
8- Psicologia, Instituto Superior da Maia, 152 desempregados
9- Psicologia, Universidade Lusíada, 148 desempregados
10- Relações Públicas e Publicidade, Instituto Superior de Novas Profissões, 137 desempregados
Top dos cursos com mais desemprego por área:
Formação de professores/formadores e ciências da educação
Educação de Infância, Escola Superior de Educação Jean Piaget, 94 desempregados
Artes
Design, Escola Superior de Artes e Design, 106 desempregados
Humanidades
Filosofia, Universidade do Porto, 71 desempregados
Ciências sociais e do comportamento
Psicologia Aplicada, Instituto Superior de Psicologia Aplicada, 204 desempregados
Informação e jornalismo
Ciências da Comunicação, Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões, 93 desempregados
Ciências empresariais
Relações Públicas e Publicidade, Instituto Superior de Novas Profissões, 137 desempregados
Direito
Direito, Universidade de Coimbra, 189 desempregados
Ciências da vida
Microbiologia, Universidade Católica Portuguesa, 48 desempregados
Ciências físicas
Geografia, Universidade do Porto, 61 desempregados
Matemática e estatística
Matemática, Universidade de Coimbra, 26 desempregados
Informática
Informática de Gestão, Universidade do Minho, 19 desempregados
Engenharia e técnicas afins
Engenharia Mecânica, Universidade Técnica de Lisboa, 90 desempregados
Indústrias transformadoras
Engenharia Têxtil, Universidade do Minho, 50 desempregados
Arquitectura e construção
Arquitectura, Universidade Lusíada, 114 desempregados
Agricultura, silvicultura e pescas
Engenharia Agronómica, Universidade Técnica de Lisboa, 54 desempregados
Ciências veterinárias
Medicina Veterinária, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, 31 desempregados
Saúde
Enfermagem, Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, 89 desempregados
Serviços sociais
Serviço Social, Instituto Superior Miguel Torga, 212 desempregados
Serviços pessoais
Turismo, Universidade do Algarve, 43 desempregados
Serviços de transporte
Transportes, Instituto Superior de Transportes, 4 desempregados
Serviços de segurança
Protecção Civil, Instituto Politécnico de Beja, 14 desempregados
Protecção do ambiente
Engenharia do Ambiente, Universidade de Aveiro, 43 desempregados
Eu não inventei estes números, simplesmente fiz um resumo de um relatório do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Poderão obter mais informações em:
http://www.gpeari.mctes.pt/?idc=172&idt=237
Se o próprio Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior conclui que há cursos sem qualquer empregabilidade nas universidades públicas, porque é que continua a financiar estes cursos? Quantos mais jovens terão de ser enganados? Até quando se vai continuar a desperdiçar dinheiro dos impostos pagos por todos nós?
Os únicos beneficiários desta situação são os professores desses cursos, que assim mantém assim o seu tacho.